19mar, 2026
Primeiros socorros em crise epiléptica: o que fazer e o que evitar.

Saber como agir durante uma crise epiléptica pode fazer toda a diferença na segurança da pessoa e na tranquilidade de quem está próximo. Este guia apresenta orientações baseadas em protocolos oficiais do Ministério da Saúde e da Rede Ebserh, explicando de forma clara o que fazer, o que evitar e quando buscar atendimento médico. Além destas orientações, o protocolo C.A.L.M.A., amplamente divulgado pela ABE – Associação Brasileira de Epilepsia – também traz direcionamentos importantes a respeito.

O que é uma crise epiléptica?

A crise epiléptica ocorre quando há uma descarga elétrica anormal e temporária no cérebro, podendo causar alterações na consciência, movimentos involuntários, sensações incomuns ou comportamentos automáticos. As crises variam em tipo e intensidade, mas a maioria dura poucos minutos e termina espontaneamente.

O que fazer durante uma crise epiléptica?

A primeira e mais importante atitude é manter a calma. Crises epilépticas, embora possam parecer assustadoras, geralmente terminam sozinhas e a pessoa se recupera gradualmente. Seguir as orientações corretas garante segurança e evita complicações.

Proteja a pessoa de machucados.

Afaste objetos próximos que possam causar ferimentos, como móveis pontiagudos, objetos de vidro ou quinas. Se possível, coloque algo macio sob a cabeça da pessoa, como uma almofada, travesseiro ou peça de roupa dobrada, para amortecer movimentos involuntários.

Posicione a pessoa de lado.

Assim que possível, vire a pessoa delicadamente de lado. Essa posição ajuda a evitar que saliva ou vômito obstruem as vias respiratórias, mantendo a respiração livre.

Observe e anote informações importantes.

Observe o horário de início da crise, a duração aproximada, os movimentos realizados e como a pessoa ficou depois. Essas informações são valiosas para o médico avaliar o quadro e ajustar o tratamento, se necessário.

Mantenha-se ao lado até a recuperação completa.

Após a crise, a pessoa pode ficar confusa, sonolenta ou desorientada por alguns minutos. Permaneça ao lado oferecendo apoio tranquilo, sem fazer perguntas ou cobrar reações imediatas. A recuperação acontece gradualmente.

Não coloque nada na boca.

Contrariando o senso comum, não se deve colocar objetos, dedos ou panos na boca da pessoa durante a crise. Isso pode causar engasgos, quebrar dentes ou ferir tanto quem está ajudando quanto quem está em crise. A pessoa não vai “engolir a língua” — isso é anatomicamente impossível.

Não tente conter os movimentos.

Segurar braços ou pernas com força durante a crise não interrompe os movimentos e pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas. Deixe que os movimentos aconteçam naturalmente, apenas protegendo a pessoa de bater em objetos ao redor.

Não ofereça água, comida ou medicamentos durante a crise.

Enquanto a pessoa estiver inconsciente ou com movimentos involuntários, não ofereça nada por via oral. Há risco de engasgo e aspiração. Aguarde a recuperação completa da consciência.

Quando procurar atendimento médico de urgência?

A maioria das crises epilépticas termina espontaneamente e não exige atendimento emergencial imediato. No entanto, algumas situações indicam necessidade de avaliação médica urgente.

Sinais de alerta que exigem atenção imediata.

Procure atendimento de urgência se a crise durar mais de 5 minutos, se houver uma segunda crise logo em seguida sem recuperação entre elas, se a pessoa tiver dificuldade para respirar após a crise, se houver ferimentos graves, se for a primeira crise da vida da pessoa ou se a pessoa tiver diabetes, estiver grávida ou for criança pequena.

O que é o protocolo C.A.L.M.A.?

Para facilitar a lembrança de todas estas orientações, o protocolo C.A.L.M.A. foi desenvolvido e se baseia no seguinte resumo:

C – Conserve a calma.

A – Afaste objetos que possam machucar.

L – Lateralize a pessoa (coloque de lado).

M – Marque o tempo da crise.

A – Acione ajuda se a crise durar mais de 5 minutos ou se houver sinais de gravidade.

Fonte: ABE – Associação Brasileira de Epilepsia 

Informação que salva e acolhe.

Conhecer os primeiros socorros em crise epiléptica traz segurança para familiares, cuidadores e qualquer pessoa que possa presenciar uma crise. Esse conhecimento transforma medo em ação eficaz, garantindo que quem vive com epilepsia possa contar com apoio adequado nos momentos necessários.

Compartilhar essas orientações oficiais contribui para uma sociedade mais preparada, acolhedora e livre de estigmas.

11mar, 2026
Cuidar de uma criança com epilepsia: organização e informação no dia a dia!

Quando uma criança recebe o diagnóstico de epilepsia, a família inteira precisa se adaptar a uma nova realidade. A boa notícia é que, com organização da rotina, informação qualificada e acompanhamento médico adequado, é totalmente possível cuidar da criança com epilepsia e reduzir a insegurança que naturalmente acompanha esse momento.

O impacto da epilepsia na rotina familiar.

A epilepsia infantil afeta não apenas a criança, mas toda a dinâmica familiar. Pais e cuidadores passam a conviver com a preocupação constante sobre quando a próxima crise pode acontecer, como agir diante dela e quais atividades são seguras para a criança participar.

Essa insegurança é compreensível, mas pode ser significativamente reduzida quando a família conta com informação confiável e ferramentas de organização do cuidado. Saber o que esperar, como se preparar e onde buscar apoio transforma a experiência de incerteza em gestão ativa da condição.

Adaptações necessárias sem superproteção.

Adaptar a rotina não significa impedir que a criança viva plenamente. Significa criar um ambiente onde ela possa brincar, aprender e se desenvolver como qualquer outra criança, com ajustes pontuais quando necessário. Esse equilíbrio entre cuidado e autonomia é fundamental para o desenvolvimento saudável.

Por que registrar crises faz diferença no tratamento?

Um dos pilares do cuidado eficaz na epilepsia infantil é o registro estruturado das crises. Anotar informações como data, horário, duração, tipo de crise, sintomas observados e possíveis gatilhos ajuda o médico a entender padrões, avaliar a eficácia do tratamento e fazer ajustes quando necessário.

O que registrar em cada crise?

Informações relevantes incluem: quando a crise começou e quanto tempo durou, o que a criança estava fazendo antes, como foi a crise (movimentos, perda de consciência, sinais específicos), como a criança ficou depois e se houve algo diferente naquele dia (sono irregular, febre, estresse).

Ferramentas que facilitam o registro!

Cadernos, planilhas ou aplicativos específicos podem ser usados para manter esse histórico organizado. O importante é que as informações estejam acessíveis e completas no momento da consulta médica, permitindo decisões clínicas mais informadas.

Organização como apoio ao acompanhamento médico contínuo.

A organização do cuidado não substitui o acompanhamento médico, ela o fortalece. Quando pais chegam à consulta com dados organizados sobre crises, medicação, sono e comportamento da criança, o neurologista consegue avaliar com mais precisão a evolução do quadro.

Adesão ao tratamento medicamentoso.

Manter horários regulares para a medicação é essencial no controle das crises epilépticas. Criar lembretes, usar organizadores de comprimidos e envolver a criança (quando a idade permitir) no processo ajuda a garantir que nenhuma dose seja esquecida.

Comunicação com a escola e cuidadores.

Professores, coordenadores pedagógicos e outros cuidadores precisam saber sobre a epilepsia da criança, como identificar uma crise e o que fazer. Fornecer informações claras e objetivas cria uma rede de apoio que garante segurança em diferentes ambientes.

Informação qualificada reduz medo e fortalece o cuidado.

Buscar informações em fontes confiáveis, como órgãos de saúde, sociedades médicas especializadas e profissionais qualificados ajuda a família a tomar decisões baseadas em evidências, não em mitos ou desinformação.

Saber como agir durante uma crise, entender que a epilepsia não define o futuro da criança e reconhecer que o controle das crises é possível com tratamento adequado traz segurança emocional para toda a família.

Cuidado que empodera a família.

Cuidar de uma criança com epilepsia exige adaptação, mas não exige abrir mão de uma vida plena e feliz. Com organização, registro consistente, comunicação clara com a equipe médica e acesso à informação de qualidade, as famílias se tornam participantes ativas no cuidado.

Esse protagonismo reduz a sensação de impotência, fortalece a confiança no tratamento e cria um ambiente onde a criança pode crescer sabendo que, mesmo com epilepsia, ela é capaz, valorizada e apoiada em todas as etapas de seu desenvolvimento.

9mar, 2026
Março Roxo: a importância da conscientização sobre epilepsia no Brasil!

O Março Roxo é uma campanha nacional dedicada à conscientização sobre epilepsia, condição neurológica que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Durante todo o mês, a cor roxa simboliza o compromisso com a informação, o combate ao preconceito e a construção de uma sociedade mais inclusiva para quem vive com epilepsia.

O que é o Março Roxo e por que ele existe?

Criado com o objetivo de educar a população sobre epilepsia, o Março Roxo surgiu como resposta à necessidade de desmistificar a condição e ampliar o acesso à informação confiável. A data central é 26 de março, reconhecido internacionalmente como Purple Day (Dia Roxo), quando ações de conscientização ganham ainda mais visibilidade.

A campanha busca esclarecer que epilepsia não define capacidades, não limita potenciais e, principalmente, não deveria ser motivo de discriminação. Quando a sociedade compreende melhor a condição, barreiras são quebradas e oportunidades se ampliam.

Epilepsia no Brasil: dados que mostram a relevância do tema!

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 50 milhões de pessoas vivem com epilepsia no mundo. No Brasil, estima-se que aproximadamente 3 milhões de pessoas convivam com a condição, o que representa cerca de 1,5% da população. Esses números mostram que a epilepsia não é uma condição rara, ela faz parte do cotidiano de muitas famílias brasileiras.

O impacto do diagnóstico tardio?

Muitas pessoas passam anos sem diagnóstico adequado ou acesso a tratamento especializado. Esse atraso pode comprometer o controle das crises, afetar a qualidade de vida e reforçar estigmas. Por isso, campanhas como o Março Roxo são fundamentais para incentivar a busca por orientação médica diante de sinais persistentes.

Informação qualificada como ferramenta de inclusão.

Um dos pilares do Março Roxo é garantir que informações sobre epilepsia sejam acessíveis, claras e baseadas em evidências científicas. Isso inclui entender o que são crises epilépticas, como identificá-las, o que fazer durante uma crise e a importância do acompanhamento médico contínuo.

Organização do cuidado e autonomia.

Pessoas que vivem com epilepsia podem ter controle efetivo das crises quando contam com diagnóstico correto, tratamento adequado e apoio estruturado. Ferramentas que auxiliam no registro de crises, adesão ao tratamento e comunicação com profissionais de saúde fazem parte desse cuidado integral, promovendo autonomia e segurança.

Combate ao estigma: um compromisso coletivo!

O preconceito relacionado à epilepsia ainda existe e se manifesta de diversas formas: exclusão no mercado de trabalho, dificuldades na vida escolar, isolamento social e até barreiras no acesso a direitos básicos. Muitas dessas situações poderiam ser evitadas com informação correta.

Como cada pessoa pode contribuir?

Participar do Março Roxo não exige grandes gestos. Compartilhar conteúdo confiável, educar-se sobre a condição, tratar pessoas com epilepsia com respeito e naturalidade, e apoiar ambientes inclusivos são atitudes que fazem diferença. Quando a sociedade se informa, o estigma perde força.

Março Roxo e a construção de uma sociedade inclusiva!

A conscientização sobre epilepsia vai além de conhecer sintomas e tratamentos. Trata-se de reconhecer que pessoas com epilepsia têm os mesmos direitos, capacidades e sonhos que qualquer outra pessoa. Trata-se de criar espaços onde todos possam participar plenamente, sem medo de discriminação ou julgamento.

O Março Roxo nos convida a olhar para a epilepsia não como algo que define alguém, mas como uma condição de saúde que pode ser gerenciada com cuidado adequado. Quando a informação circula, o preconceito diminui. E quando o preconceito diminui, a vida de milhões de brasileiros melhora concretamente.

Neste março, vista-se de roxo. Não apenas pela cor, mas pelo compromisso com uma sociedade que acolhe, informa e inclui.

6mar, 2026
Epilepsia no dia a dia: organização e acompanhamento no cuidado contínuo!

Estima-se que cerca de 65 milhões de pessoas vivem com epilepsia no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. No Brasil, são aproximadamente 3 milhões. Esses números mostram que a epilepsia não é uma condição rara ou distante, ela faz parte do dia a dia de milhões de famílias. E viver bem com epilepsia não depende apenas de medicação. Depende de organização, rotina estruturada e acompanhamento constante.

O que é viver com epilepsia no cotidiano?

A epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por crises recorrentes causadas por atividade elétrica anormal no cérebro. Essas crises variam muito: desde breves episódios de desconexão com o meio, movimentos rítmicos de partes do corpo ou crises generalizadas (popularmente conhecidas como convulsões). Cada pessoa vive a epilepsia de uma forma única, e entender como ela se manifesta individualmente é o primeiro passo para um cuidado eficaz.

O impacto vai além das crises. Há a necessidade de tomar medicamentos diariamente, comparecer a consultas regulares, evitar certos gatilhos e lidar com o estigma social que ainda existe. Por isso, organizar a rotina com epilepsia é fundamental para manter o controle e viver com mais segurança e qualidade de vida.

A importância da organização no cuidado contínuo!

Quando se trata de epilepsia, a organização não é um luxo, é parte essencial do tratamento. Manter um registro detalhado das crises, anotar horários, duração, sintomas e possíveis fatores desencadeantes permite que o médico ajuste a medicação de forma mais precisa e identifique padrões importantes.

Registro de crises e sintomas.

Muitas pessoas subestimam a importância de documentar cada crise. Mas essas informações fazem diferença nas consultas médicas. Saber se as crises acontecem mais à noite, após privação de sono ou em períodos de estresse ajuda a traçar estratégias preventivas. Ferramentas digitais, aplicativos ou até cadernos organizados facilitam esse acompanhamento.

Adesão ao tratamento medicamentoso.

Esquecer de tomar a medicação é um dos principais motivos para crises. Criar lembretes, usar porta-comprimidos organizados por dia da semana e estabelecer horários fixos transforma a adesão em hábito. Essa consistência é o que garante níveis estáveis da medicação no sangue e reduz o risco de novas crises.

Identificação e controle de gatilhos.

Cada pessoa com epilepsia pode ter gatilhos específicos: falta de sono, estresse intenso, consumo de álcool e luzes piscantes. Identificar esses fatores permite criar estratégias de prevenção. Se você sabe que dormir mal aumenta o risco de crise, priorizar o sono passa a ser parte ativa do tratamento.

Acompanhamento médico regular como pilar do cuidado.

Consultas regulares com neurologista ou epileptologista não são apenas para renovar receitas. São momentos de avaliar a evolução do quadro, ajustar doses, discutir efeitos colaterais e considerar outras opções terapêuticas quando necessário. Levar o histórico organizado das crises torna essas consultas muito mais produtivas.

Além disso, exames como eletroencefalograma (EEG), exames de imagem (como ressonância magnética do crânio) e, em alguns casos, dosagem de níveis sanguíneos da medicação fazem parte do acompanhamento contínuo e ajudam a guiar a escolha do melhor tratamento.

O papel da família e da rede de apoio.

Viver com epilepsia não precisa ser solitário. A participação da família e de pessoas próximas faz toda diferença. Eles podem ajudar a identificar sinais de crise, oferecer suporte emocional e auxiliar na organização da rotina. Educar a rede de apoio sobre como agir durante uma crise também traz mais segurança para todos.

Grupos de apoio, presenciais ou online, conectam pessoas que enfrentam desafios semelhantes. Compartilhar experiências, tirar dúvidas e trocar informações reduz o sentimento de isolamento e fortalece a resiliência.

Qualidade de vida é possível com epilepsia.

Viver com epilepsia exige adaptações, mas não impede uma vida plena, produtiva e feliz. Organização, acompanhamento médico, tratamento adequado e apoio emocional aumentam a possibilidade do controle total das crises, impactando diretamente na qualidade de vida do paciente.

A chave está em assumir um papel ativo no próprio cuidado. Registrar informações, seguir o tratamento à risca, conhecer os próprios gatilhos e manter diálogo aberto com a equipe médica transforma a relação com a epilepsia. O cuidado contínuo não é sobre perfeição, é sobre consistência. E essa consistência, no longo prazo, faz toda a diferença.

3mar, 2026
O que é a ICTAL e como ela transforma o cuidado com a epilepsia no Brasil!

Viver com epilepsia vai muito além de lidar com crises. É navegar por uma jornada de informações médicas complexas, ajustes constantes de medicação, consultas regulares e a necessidade de organizar um histórico clínico que faz toda a diferença no tratamento. E é exatamente nesse cenário desafiador que surge a ICTAL, uma empresa brasileira criada para transformar o cuidado contínuo em epilepsia.

O que é a ICTAL e qual sua missão?

A ICTAL nasceu de uma necessidade real: organizar, facilitar e humanizar o acompanhamento de pessoas que vivem com epilepsia. Mais que uma plataforma de informações, ela é uma parceira no cuidado, oferecendo estrutura para que pacientes, familiares e profissionais de saúde possam gerenciar melhor cada etapa do tratamento.

O nome ICTAL faz referência ao termo médico usado para descrever o momento da crise de epilepsia, e foi escolhido justamente para simbolizar que a empresa está presente nos momentos mais críticos, mas também em todo o período entre crises, oferecendo apoio constante e acessível.

Como a ICTAL apoia pessoas com epilepsia!

O grande diferencial da ICTAL está em entender que o cuidado em epilepsia precisa ser contínuo, organizado e acessível. A empresa oferece ferramentas que ajudam a estruturar informações de saúde, facilitando o acompanhamento médico e reduzindo a sensação de sobrecarga que muitas vezes acompanha o diagnóstico.

Organização de histórico médico e crises.

Um dos maiores desafios para quem vive com epilepsia é manter um registro detalhado das crises: horários, duração, sintomas, gatilhos possíveis. Essas informações são fundamentais para que o médico ajuste o tratamento de forma precisa. A ICTAL permite que esses dados sejam organizados de forma simples e centralizada, eliminando cadernos perdidos e anotações dispersas.

Informação confiável e acessível.

Buscar informações sobre epilepsia na internet pode ser assustador. Há muito conteúdo desatualizado, sensacionalista ou simplesmente errado. A ICTAL oferece conteúdo validado por especialistas, ajudando pacientes e familiares a entenderem melhor a condição, os tratamentos disponíveis e como lidar com desafios do dia a dia.

Apoio para familiares e cuidadores.

Quem cuida de alguém com epilepsia também precisa de suporte. A ICTAL reconhece que familiares e cuidadores desempenham papel essencial no tratamento e merecem atenção. Por isso, há um espaço dentro da ICTAL dedicado a eles, porque cuidar de quem cuida é fundamental.

O impacto para profissionais de saúde.

Médicos e equipes de saúde também se beneficiam quando o paciente chega à consulta com informações organizadas. Ter acesso a um histórico detalhado de crises, medicações utilizadas e evolução do quadro permite decisões clínicas mais assertivas e um acompanhamento mais eficiente.

A ICTAL atua como ponte entre paciente e profissional, garantindo que a comunicação seja clara e que nenhuma informação relevante se perca no caminho. Isso melhora a qualidade do cuidado e fortalece a relação de confiança entre médico e paciente.

Por que o cuidado contínuo faz diferença?

Epilepsia não é uma condição que se resolve com um tratamento pontual. É um acompanhamento de longo prazo que exige consistência, atenção aos detalhes e adaptação constante. Ter uma estrutura que organiza essa jornada traz não só melhora clínica, mas também redução de ansiedade e mais qualidade de vida.

Quando o paciente sente que tem controle sobre sua condição, que entende o que está acontecendo e que não está sozinho nessa caminhada, o impacto vai além dos números médicos. É dignidade, autonomia e esperança.

ICTAL: cuidado humanizado e acessível!

Epilepsia não é uma condição que se resolve com um tratamento pontual. É um acompanhamento de longo prazo que exige consistência, atenção aos detalhes e adaptação constante. Ter uma estrutura que organiza essa jornada traz não só melhora clínica, mas também redução de ansiedade e mais qualidade de vida.

Quando o paciente sente que tem controle sobre sua condição, que entende o que está acontecendo e que não está sozinho nessa caminhada, o impacto vai além dos números médicos. É dignidade, autonomia e esperança, fortalecendo sua capacidade de protagonizar a própria jornada.

A ICTAL representa uma mudança importante no cenário da epilepsia no Brasil. Não se trata apenas de tecnologia ou organização de dados. É sobre colocar a pessoa no centro do cuidado, reconhecendo suas necessidades, seus medos e sua capacidade de protagonizar a própria jornada.

Com informação de qualidade, ferramentas práticas e uma abordagem humanizada, a ICTAL está transformando a forma como pessoas com epilepsia e suas famílias vivenciam o dia a dia. E isso, no final das contas, é o que realmente importa: tornar viver com epilepsia mais simples, mais seguro e com muito mais apoio.